Depois de Augusto e Manoel
Zé Ramalho e Alceu Valença
E muitos ainda anônimos
Outra dupla escreve o que pensa
Um no “Leão do Norte”
Outro na “Paraíba masculina”
Mas a arte encurta distancias
E um a outro gênio aproxima
Fazendo assim o elo
Dos que olham para cima.
Araruna e Paulista
(Que nada deve a São Paulo)
Terras que depois dos autores
O caminhar ficou mais claro
Pois têm duas bússolas
Na arte a indicar o norte
Com a informação necessária
Pra quem quiser mudar de sorte
Pois foram dois cérebros misturados
Numa BATEDEIRA forte.
Jairo Lima, encerrando o Abril Poético.
Só tenho a agradecer ao Jairo e dizer que o espaço está aberto sempre para a poesia que vem lá de Araruna. Forte abraço!!!
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